10 passos para o financiamento

Fique por dentro das etapas
e saiba como financiar o seu
imóvel com segurança e rapidez

Saiba mais

Endereços
da Estrutura

A empresa tem hoje quatro centrais de atendimento. No Estado do Rio, os escritórios estão localizados na cidade do Rio e nos municípios de Campos dos Goytacazes e de Macaé. Fora do estado, a empresa conta com um escritório em João Pessoa, na Paraíba.

Estrutura
11 anos

Estrutura Consultoria: há onze anos desenvolvendo um trabalho dedicado à auxiliar seus clientes no processo de aquisição do imóvel.

Detalhes

Correspondente
Imobiliário

A Estrutura Consultoria é um dos maiores Correspondentes Imobiliários Automatizados da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro.

Detalhes

Acompanhe o
seu processo

Na área restrita do site da Estrutura Consultorias você pode consultar o andamento de seu processo online, de maneira simples e rápida. Basta preencher seu login e senha para ter acesso às informações.

Conheça a
Estrutura

Experiência e agilidade em consultoria de financiamentos imobiliários para ajudar você e sua família a conquistar o imóvel. Saiba mais sobre o nosso trabalho.

Detalhes

Você mais perto do seu sonho!

A Estrutura Consultoria oferece diversas soluções para que você tenha acesso ao crédito imobiliário necessário para a realização do seu sonho.

Detalhes

Trabalhe
conosco

Se você tem determinação, vontade de aprender, é dinâmico e gosta de desafios, envie seu currículo e venha fazer parte da nossa equipe.

Cadastro

Fale conosco
(21) 3256-6450

Ligue já para a Estrutura Consultoria! Um de nossos analistas especializados em crédito imobiliário irá ajudá-lo a encontrar a melhor solução para o seu caso.

Contato

Estrutura nas redes sociais

Siga a e curta nossas páginas no Twitter e Facebook. Nelas você encontra as novidades do mercado, além de dicas e informações importantes sobre a compra da casa própria.

Twitter  Facebook

Negociações de imóveis estão mais flexíveis

O Estado de São Paulo, Summit Imobiliário 2016, 15/abr

A freada que houve na economia brasileira em 2015 e a expectativa de que esse quadro se repita neste ano provocaram um ajuste profundo no mercado imobiliário. Depois da corrida do consumidor para ir às compras e da escalada dos preços, que predominaram no segmento imobiliário entre os anos 2005 e 2010, hoje o setor funciona em bases mais realistas. Com o mercado mais “pé no chão”, as negociações para comercialização de imóveis estão flexíveis e os preços ficaram atraentes para quem pretende adquirir a casa própria, avaliam especialistas.

“Não há no nosso radar nada indicando que o preço do imóvel novo vá recuar em termos nominais (descontada a inflação)”, afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, sindicato que reúne as empresas da cadeia da habitação. Ao contrário. Como daqui para frente estarão chegando ao mercado projetos desenvolvidos no novo Plano Diretor da cidade de São Paulo, que incorpora um custo de produção maior, ele não descarta um aumento de preço do imóveis novos.

De toda forma, o economista-chefe do Secovi-SP pondera que houve no ano passado um perda real, descontada a inflação, de 3% a 4% nas cotações dos imóveis novos. No entanto, um retrocesso dos valores considerando a inflação, na sua opinião, é praticamente impossível de ocorrer daqui para frente. Isso porque já está em curso no mercado a adequação da oferta a uma procura menor por imóveis.

No trimestre encerrado em janeiro, por exemplo, o número de imóveis residenciais e comerciais lançados caiu quase15% em relação a igual período do ano anterior e as vendas recuaram mais de 16% nas mesmas bases de comparação, aponta pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A entidade reúne dados de 19 grandes incorporadoras, que se referem a imóveis comerciais e residenciais, que são a maior parte.

De acordo com a mesma pesquisa, ao longo do ano passado foram lançadas 60 mil unidades em todo o País e vendidas 109,5 mil. Apesar da queda no número de lançamentos, os estoques de produtos novos das incorporadoras não diminuíram e ficaram em torno de 100 mil unidades ao longo do ano, o que abriu espaço para condições mais flexíveis de negociação.

“Os estoques não caíram porque o número de distratos foi alto, cerca de 50 mil unidades”, diz Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe. A alta de juros, da inflação, o aperto no crédito são fatores que levaram os compradores a devolver os imóveis.

Se por um lado as construtoras diminuíram o número de lançamentos, também elas precisam pagar suas dívidas. “Nada mais natural do que as empresas colocarem os imóveis prontos em promoção, com descontos para transformar o que já está construído em dinheiro e fazer caixa num momento difícil que estamos atravessando”, explica Petrucci.

O economista-chefe do Secovi-SP calcula que se não tivessem ocorrido os feirões, o total Estratégia de imóveis vendidos na cidade de São Paulo no ano passado não chegaria a 20 mil unidades. Em 2015, foram comercializados na capital paulista 21,1 mil unidades novas, segundo pesquisa do Secovi-SP.

Usados

No caso dos imóveis usados, o cenário é um pouco diferente. “O mercado travou”, conta Zylberstajn. Ele explica que, como as pessoas físicas têm dificuldade para baixar os preços pedidos – a menos que tenha urgência na venda -, os vendedores optaram por sair do mercado e colocar o imóvel para locação para se livrar de despesas obrigatórias, como gastos com condomínio e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

Essa reação defensiva dos vendedores já apareceu nos preços dos imóveis usados anunciados. O Índice FipeZap que acompanha a cotação dos imóveis usados em 20 cidades brasileiras registrou nos últimos 12 meses crescimento de 0,53%, em média.

Apesar de ser a menor taxa da série histórica nessa base de comparação, ela revela a resistência dos vendedores de cortar preço. Já em termos reais, isto é, descontada a inflação, os preços desses imóveis usados anunciados apresentaram queda real de 8,10%. Em 12 meses até março, em todas as cidades pesquisadas pelo indicador, os preços dos imóveis ficaram iguais ou abaixo da inflação acumulada no período.

Zylberstajn observa que a decisão de muitos proprietários de imóveis usados de migrar para locação para não ter de cortar preço de venda ampliou a oferta de unidades e as cotações dos aluguéis despencaram. “Vemos um aumento na oferta de locação e uma queda expressiva nos preços.” Em 12 meses até fevereiro, o valor médio dos aluguéis novos pesquisados em 11cidades caiu 4% em termos nominais, aponta o Índice FipeZap. Se for considerada a inflação, o tombo foi de 13% e em todas as cidades o valor da locação perdeu para o IPCA.